Obesidade

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O que é obesidade?

A obesidade caracteriza-se pelo excesso de tecido adiposo (gordura) que implica em sérios prejuízos à saúde do indivíduo. É uma doença com múltiplas e complexas causas, sendo influenciada por fatores alimentares, comportamentais, psicossociais, socioculturais e genéticos. Sabe-se hoje que, a flora intestinal, está diretamente relacionada à gênese da obesidade. Essa multiplicidade de fatores dificulta, sobremaneira, seu tratamento, o que corrobora com a evolução crônica dessa enfermidade e o desenvolvimento de doenças associadas (hipertensão, diabetes, alterações do colesterol, etc).

Cenário atual

A obesidade é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a epidemia global do século XXI. Caso não haja medidas que previnam este mal, acredita-se que em 2025, mais da metade da população mundial será obesa. No Brasil, a prevalência do sobrepeso e obesidade cresceram de maneira importante nos últimos 30 anos. Atualmente, mais da metade da população brasileira está acima do peso, representando um dos principais desafios de saúde pública neste início de século. Uma grande preocupação médica é o risco elevado de doenças associadas ao sobrepeso e obesidade, observando-se um incremento de dez vezes na incidência de eventos cardiovasculares em indivíduos obesos mórbidos, com consequente aumento de mortalidade.

Como classificar: Para saber se você está acima do peso, um dos indicadores é o Índice de Massa Corporal (IMC).

  • IMC abaixo 17 Kg/m2: Muito abaixo do peso
  • IMC entre 17 e 18,49 Kg/m2: abaixo do peso
  • IMC entre 18,5 e 24,99 Kg/m2: Peso normal
  • IMC entre 25,0 e 29,9 Kg/m2: sobrepeso
  • IMC entre 30,0 e 34,9 Kg/m2: obesidade grau I
  • IMC entre 35,0 e 39,9 Kg/m2: obesidade grau II
  • IMC maior do que 40,0 Kg/m2: obesidade grau III

 

Este índice pode ser calculado pela seguinte fórmula: MC = Peso ÷ (Altura × Altura).

Exemplo de como calcular o IMC: IMC = 80 kg ÷ (1,80 m × 1,80 m) = 24,69 kg/m2 (Peso normal).

Causas e Consequências

Hábitos alimentares inadequados, estilo de vida sedentário e genética podem ser fatores decisivos para a obesidade. Atualmente o padrão de consumo alimentar está baseado na ingestão de alimentos com alto valor calórico e baixa qualidade nutricional, o que contribui bastante para o aumento da obesidade. As  modernidades tecnológicas como: elevadores, controles remotos, escadas rolantes, automóveis etc., estimulam o sedentarismo e tem contribuído bastante para a diminuição do gasto de energia e incremento da obesidade. A vida atribulada e a falta de tempo para se exercitar também contribuem.

 

O fator genético influencia no desenvolvimento da obesidade. É muito frequente observar-se que um indivíduo tem maiores chances de se tornar obeso quando seus progenitores são obesos. Somando-se isto aos fatores ambientais e hábitos alimentares inadequados, aumentam-se  as chances do excesso de peso se instalar. “A genética carrega a arma e o ambiente  aperta o gatilho.”

 

A medida que o peso excessivo se desenvolve, a possibilidade de aparecimento de doenças (morbidez) também aumenta. Daí o termo obesidade mórbida (que acarreta morbidez/doença). Todo indivíduo com IMC maior que 40kg/m² é considerado obeso mórbido, ou entre 35 e 40kg/m², quando associado à comorbidez.

 

O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos.

Formas de Tratar à obesidade

Tratamento Clínico:
O objetivo é auxiliar o paciente no processo de conscientização sobre as mudanças no seu estilo de vida, onde os hábitos alimentares inadequados e o sedentarismo devem ser trabalhados através de reeducação alimentar e mudança de estilo de vida. Isto significa a orientação de dieta saudável, atividade física regular e, às vezes, medicações. Para tanto, é necessário o acompanhamento de profissionais especializados que trabalhem de forma multidisciplinar, como: endocrinologistas, nutrólogos,  nutricionistas. psicólogos, fisioterapêutas e profissionais de educação física.

Tratamento Endoscópico:
O balão intragástrico é um procedimento endoscópico, não cirúrgico, e temporário, permanecendo no estômago por seis meses, após sua colocação. O balão é indicado para pacientes com sobrepeso e obesidade grau I. Hoje já se dispõe das suturas endoscópicas, que podem ser utilizadas para a redução do volume do estômago, resultando em diminuição do apetite e saciedade precoce.

Tratamento Cirúrgico:
Os métodos cirúrgicos são indicados para pacientes com obesidade graus II e III, e que não conseguiram emagrecer com tratamentos convencionais (dieta, atividade física, terapia comportamental e farmacológica). Existem diversas técnicas cirúrgicas, realizadas por videolaparoscopia (pequenos furinhos), sendo a técnica mais adequada definida pelo cirurgião, após avaliação individualizada de cada paciente.

Como prevenir
Mais do que um problema estético, a obesidade está associada a diversas doenças (comorbidades), que aumentam os índices de mortalidade dos indivíduos obesos. Tendo em vista a crescente epidemia da obesidade mundial, esta enfermidade tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta todas as etnias e classes sociais. Sendo a obesidade consequência, também, do estilo de vida moderno e de hábitos alimentares inadequados, a prevenção do excesso de peso passaria por uma reestruturação sócio-cultural, pela implementação de programas de reeducação e conscientização alimentar e pela substituição da indústria alimentícia obesogênica, já plenamente estabelecida. Para tanto, seriam imprescindíveis a realização de campanhas educativas abrangentes, que promovessem conscientização dos riscos e prejuízos da obesidade à saúde.

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